terça-feira, 1 de novembro de 2011

Tudo isto é saudade

Já estou velho, e já fui moço
Eu não via, o que estou vendo
Com a minha idade já não posso
Com isto que me está crescendo
Quando me lembro da minha aldeia
Onde deixei pingas de suor
Passei muitas noites sem seia
Hoje vejo isto que está maior
Deixei lá tantas amigas
Delas não me vou esquecer
Quando penso nas raparigas
Vejo isto logo a crescer
Quando me deito na minha cama
E ao meu lado não está ninguem
Lembro-me de quem me ama
E ela aí cresce tamém
Eu choro pela minha amada
Ela amim nunca me esquece
Eu não penso em mais nada
É quando ela mais me cresce
Também a minha querida mãe
De que tenho tanta amizade
Por ela cresce também
Tudo isto é saudade
Autor Jaime S. Guerreiro
1 /11 /2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Um engano mas certo

Havia um casal muito feliz
E tres filhos que era um amor
Dois tinham os olhos castanhos
O mais novo olhos de outra côr
Com aquela desigualdade
O marido sempre desconfiado
Com a esposa teve lealdade
Não queria ser enganado
Certo dia já quase moribundo
Diz para a esposa com tristeza
Antes de ir para o outro mundo
Dis-me para eu ter a certeza
Dois filhos tem os olhos castanhos
O mais novo são azuis com brilho
Tenho precentimentos estranhos
Que o mais novo não é meu filho
A mulher atrapalhada
Sem saber o que dizer
Porque não dizer averdade
e ele está quase a morrer
Podes morrer á vontade
Vou já encomendar o caixão
O mais novo, é teu filho de verdade
Os outros dois é que não são
Autor Jaime S. Guerreiro
16/9/2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

domingo, 29 de maio de 2011

O meu maior amigo

Pela força do destino
Ele nasceu junto comigo
Até agora desde pequenino
Sempre foi meu amigo

É ele que manda em mim
É ele que fás andar
Eu ando leguas sem fim
E ele sempre acompanhar

Está sempre a acelerar
Sinto na sua pulsação
Sem ele não posso andar
É meu amigo do coração

Ele é o meu construtor
Trabalha sem ferramenta
Para mim tem todo o valor
Quando o sangue nele aumenta

Trabalha sempre a meu lado
No trabalho nunca tem perda
Ele nunca está parado
Sendo ele sempre da esquerda

Trabalha sempre sertinho
Horas e horas sem fim
Se ele parar um bocadinho
Coitado o que será de mim

Autor Jaime S. Guerreiro
29/5/20111

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A minha cozinheira

Eu sou poea, tu cozinheira
Qual dos dois tem mais valia
Tu na cozinha és a primeira
Enquanto eu só faço poesia

Eu para ti faço um fado
Dedico-te esta cantiga
Enquanto vais ao super mercado
Abastecer-te de comida

Pego na caneta e no papel
Enquanto pões a mesa
Eu faço cantigas a granel
E tu um cozido á portuguêsa

Eu faço esta linda poesia
Para ti ó minha amada
E