Foi nos tempos passados
Qua as Mulhere foi escravizada
Trabalhava em todos os lados
Era o homem que mandava
Era ela que criava os filhos
Lá estava na lida da cozinha
Passava os maiores martirios
Lutando sempre sozinha
Tanto que lotou na vida
Tantas vezes levou pacada
Tanta noite mal dormida
Quando nos filhos cuidava
Da Mulher para a liberdade
Para isso tanto lutou
Agora já tem igualdade
Tudo na Mulher mudou
Agora batem o pé
Mostra do que é capaz
Vão saber como é
E jámais voltam atraz
Agora são deputadas
Já têem um partido
Há homens a limpar escadas
São elas que mandam no marido
O Homem já não manda nada
Quem manda é a Mulher
Agora é ele que leva pancada
E só fás o que ela quer
Autor Jaime S. Guerreiro
domingo, 29 de agosto de 2010
A praia da minha terra Sines
Sentado na areia da praia
Eu vi as gaivotas voar
A onda sobre a areia desmaia
E recolhe voltando ao mar
O vento fresco me batia
No rosto me refrescva
Uma onda vinha e outra ia
E na areia desmaiava
Quando alguem mergulhava
Via-se os peixes a saltar
Um barco á vela navegava
E um pescador a remar
Até conchinhas apanhei
Coisas me veio á lembrança
Eu até recordei
O tempo que era criança
Satisfiz a minha curiozidade
Olhando o Mar imenço
Ali matei a saudade
Da praia de onde pertenço
Para o horizonte me virei
O Sol já ia muito baixinho
Foi quando reparei
Que estava na praia sozinho
Autor Jaime S. Guerreiro
29/8/2010
Eu vi as gaivotas voar
A onda sobre a areia desmaia
E recolhe voltando ao mar
O vento fresco me batia
No rosto me refrescva
Uma onda vinha e outra ia
E na areia desmaiava
Quando alguem mergulhava
Via-se os peixes a saltar
Um barco á vela navegava
E um pescador a remar
Até conchinhas apanhei
Coisas me veio á lembrança
Eu até recordei
O tempo que era criança
Satisfiz a minha curiozidade
Olhando o Mar imenço
Ali matei a saudade
Da praia de onde pertenço
Para o horizonte me virei
O Sol já ia muito baixinho
Foi quando reparei
Que estava na praia sozinho
Autor Jaime S. Guerreiro
29/8/2010
sábado, 14 de agosto de 2010
Fui um dia apanhar côcos
Fui um dia apanhar côcos
Ao coqueiro da minha prima
O coqueiro tinha poucos
Mas tive que subir lá a cima
O côco da minha prima
É redondo e bem reboludo
É um côco tão gostoso
Eu como com casca e tudo
Apanhei um côco jeitoso
Que me vai saber a pouco
Eu disse á minha prima
Deixa-me partir o côco
Minha prima me respondeu
Ó primo tu estás louco
Este côco é muito meu
Não te deixo partir o côco
Deixa-me partir o côco
Se é que ainda está inteiro
Minha prima me respondeu
Já não és tu o primeiro
Depois de partir o côco
Eu também o quis comer
Éla me respondeu
É para bolos que sei fazer
Bolos que sei fazer
E também sei cozinhar
Se queres partir o côco
Então vamos exprementar
Da-me o côco vira o côco
O côco é para abrir
Da-me o côco vira o côco
O côco é para eu partir
Autor Jaime S. Guerreiro
14/8/2010
Ao coqueiro da minha prima
O coqueiro tinha poucos
Mas tive que subir lá a cima
O côco da minha prima
É redondo e bem reboludo
É um côco tão gostoso
Eu como com casca e tudo
Apanhei um côco jeitoso
Que me vai saber a pouco
Eu disse á minha prima
Deixa-me partir o côco
Minha prima me respondeu
Ó primo tu estás louco
Este côco é muito meu
Não te deixo partir o côco
Deixa-me partir o côco
Se é que ainda está inteiro
Minha prima me respondeu
Já não és tu o primeiro
Depois de partir o côco
Eu também o quis comer
Éla me respondeu
É para bolos que sei fazer
Bolos que sei fazer
E também sei cozinhar
Se queres partir o côco
Então vamos exprementar
Da-me o côco vira o côco
O côco é para abrir
Da-me o côco vira o côco
O côco é para eu partir
Autor Jaime S. Guerreiro
14/8/2010
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